O que você acha da História?

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

1º capitulo (O início)

A história que eu vou contar pode parecer confusa a principio, mas em pouco tempo as coisas começam a andar e ficar mais claras. Essa é a minha história! Eu nasci em Marte, ou pelo menos era o que eu pensava e ao contrario do que muitos pensam, Marte é sim um planeta habitado, por descendentes de terráqueos, só que isso é historia para outro capitulo... Voltando, mesmo morando lá com meu pai e minha mãe, reis do reino de Lion, eu vinha para a terra de quinze em quinze dias ou ate mesmo todas as semanas visitar meu tio Ferdinando, mas isso foi só ate os meus 12, pois depois disso aconteceu algo que pode ter mudado o rumo da minha história, mas também podia já estar em meu destino! Na minha visita ao meu tio e a esposa dele, logo depois de meu aniversário de 12 anos, eu vi meu pai Dib ser assassinado por um ex-escudeiro dele que era conhecido como Lobão. Lobão matou meu pai e fugiu, meu pai me disse que usasse tudo que ele me ensinou com nosso reino e para dizer a minha mãe que ele a amava. Eu voltei com o capitão da nave para Lion, enterramos Dib lá. Uns dois meses depois eu disse para minha mãe que já havia resolvido o que iria querer de presente de aniversário, eu ia querer o mais pesado treinamento militar, eu sentia que aquilo de uma forma ou de outra estava no meu sangue e que eu tinha de fazer isso para vingar a morte de meu pai. Treinei duro quatro anos, cheguei a liderar o exercito já aos 14 anos, a mais alta das patentes era minha, treinei artes marciais, treinei algumas das magias da família de minha mãe, fiz tudo que podia. Em Marte o único reino que tinha um exército liderado por uma garota era Lion, os outros reinos não tinham nem garotas no exercito! Durante quatro anos estive tão absorta em proteger o reino e treinar e alcançar méritos que me esqueci de tudo que vinha da terra, de amigos, do que eu tinha lá, malmente me lembrava de meu tio. Mas ao completar 17 anos, senti que já estava na hora de cumprir minha promessa e a qualquer custo, estava na hora de ir para a terra! Morar na terra não seria um problema todos os anos eu passava dois meses lá, eu escutava musica da terra, eu falava vários idiomas de vários países de lá e sabia a maioria dos esportes apesar de não saber se era boa em algum deles por nunca praticá-los. Quanto a instrumentos musicais, eu só sabia tocar violão e guitarra. Minha mãe me deixou partir com lágrimas nos olhos e eu fui morar em Black Lake, no estado de Minnesota, EUA com Ferdinando e Brenda, meus tios. Black Lake não é exatamente uma cidade pequena, tem bastante arvores e é agradável, apesar de não ser achada muito facilmente no mapa. Eu fiquei matriculada na Black Lake High School. As aulas começariam dia 3 de agosto, eu cheguei uma semana antes para arrumar minhas malas e tirar a carteira de habilitação, precisaria de um carro, não sei como meu tio deu um jeito de me livrar das aulas teóricas. Minha casa não ficava muito distante da escola, mas eu teria de ir de carro, também não era tão perto! Era uma casa grande, quatro quartos com suíte, o meu fica na parte da frente da casa e tem uma varanda. É um quarto lilás, com os moveis pretos, os moveis são um guarda roupa, uma escrivaninha com computador uma estante com livros CDS e um radio, uma cama grande de solteiro e uma cômoda com espelho em cima. O banheiro era da mesma cor que o quarto. No meu 1º dia de aula, eu acordei e me arrumei para a escola tentei parecer simples e igual a todo mundo, vesti uma calça jeans, uma blusa de mangas cumpridas e minha jaqueta, calcei um all star para combinar com a blusa, eu tomei café e depois de falar com meus tios já estava indo para pegar um ônibus, quando estava passado pela garagem avistei nela um Porch 911 turbo amarelo brilhante.
- Uau!(Eu)
- Você gosta? (Ferdinando)
- Quem não gostaria?!(Eu)
- Que bom que você gostou, esse é o seu presente de 17 anos!
- Sério? Você é o melhor tio do mundo!
Ele jogou as chaves do carro em minha mão então sai da garagem vendo meus tios felizes pelo retrovisor do carro. Quando cheguei á escola estacionei em uma das poucas vagas vazias que havia achado. Entrei na escola, todos olhavam para mim, era constrangedor, parecia que havia milhões de borboletas batendo as asas dentro de meu estomago! Só não entendia por que todos olhavam para mim, eu era completamente normal!Meus olhos marrom chocolate eram completamente comuns, assim como o meu cabelo castanho médio com mechas mais claras abaixo dos ombros, assim como o meu tipo físico, assim como ter 1,70 de altura, assim como as minhas roupas... eu estava total e completamente normal! Eu segui para a secretaria onde havia uma moça com cabelos negros e cacheados e com uma maquiagem não muito bem feita.
- Olá, posso ajudar?
- Para falar a verdade pode senhorita...
- Leslie, Bella Leslie.
- Então Bella, meu nome é Paula, eu sou nova aqui...
- Paula Áquila Mayer?
- Isso!
- Então você é a filhinha do Ferdinando... - Ela pareceu perdida em lembranças por um pequeno espaço de tempo, depois sacudiu a cabeça como se pudessem espantar as lembranças – bem, aqui estão um mapa da escola, as chaves de seu armário e seus livros! Bem, acho que não me esqueci de nada!
- Obrigada Bella! Você é um amor!
- De nada criança!
Criança? Quem ela achava que era para me chamar de criança? Eu fui procurar a sala da minha primeira aula olhando no mapa do colégio me bati com um garoto alto e moreno de cabelos pretos.
- Desculpe-me!
- Tranqüilo!(garoto sorrindo enquanto se distanciava andando de costas)
Eu encontrei a minha sala e fui para a minha 1ª aula, foi terrível! Para que eu estava indo a escola se podia ir direto para a faculdade? Ahhh lembrei, porque eu era nova demais para ir à faculdade! Eu assisti à aula de Inglês sem reparar em nenhum colega de classe, não percebi nem o rosto do professor! Quando a aula acabou eu fui guardar os livros no armário e ao fechar a porta levei um susto, havia uma garota encostada no armário ao lado olhando para mim.
- Oi!(a garota com entusiasmo)
- Ah, oi!
- O me nome é Tiffany e o seu?
- Paula, Paula Áquila!Mas prefiro que me chamem de Polly!
- Muito prazer Polly!
Tiffany me parecia ser o tipo de garota histérica e superficial, mas acho que merece credito por ser a primeira pessoa a tentar fazer amizade! Ela era bonita tinha os olhos cinza e o cabelo castanho chocolate ondulado abaixo dos ombros.
- Você é da minha turma, quer companhia?
- Oh quero sim, a primeira aula foi uma tortura!
Tiffany foi tagarelando no caminho sobre o fato de ser minha colega de classe, sobre o fato de nossa escola ser diferente das demais escolas dos EUA em questão de horário e etc. e sobre nossos professores, quando chegamos à aula de matemática, ela começou a falar de nossos colegas de classe.
- Aquela ali da primeira cadeira é Julia, o garoto ao lado dela é Mario, aquele dali é Scott (ah, Scott)... - só escutei os três primeiros nomes e o ultimo- e aquele garoto do cabelo mesclado de castanho médio e preto é Ryan!
Meus olhos pararam no garoto olhando vaziamente para o professor. Eu não pensei em nada que pudesse perguntar sobre Ryan sem atiçar Tiffany sobre a minha curiosidade. Eu continuei assistindo as aulas, na hora do intervalo fui para a cafeteria, eu fui pelo caminho pensando se era bom ou ruim o fato dessa escola ser a única da cidade... Sentei-me com Tiffany e as amigas dela, ela me cutucou.
- Olha Polly.
Eu olhei na mesma direção que ela, ela estava olhando na direção de Ryan, então sorrio para mim e falou perto de meu ouvido.
- Aquela é a família de Ryan, o garoto mais alto e forte de cabelo castanho e curto e de mangas dobradas é Bernardo, ele é irmão de Ryan, é veterano e aquele de cabelo grande e preto é Caronte, ele é namorado da irmã de Ryan, também é veterano. A garota mais alta de cabelos castanho e repicado é Bernardine, a namorada de Caronte, a morena de cabelo preto cacheado é Emaci, ela é só namorada de Bernardo, a loirinha de franja é Aleka, ela também é irmã de Ryan. O garoto de cabelo preto e curto é Zebadiah, ele é irmão de Caronte e namorado de Aleka, e de cabelo cor de mel é Celino, ele é irmão de Ryan e não tem namorada assim como Ryan.
- Família grande!
- É não sei como o senhor Férgus e a doutora Amana conseguiram criar cinco filhos!
- Qual é a próxima aula?
- Biologia, oh Polly, me desculpe, não vou poder sentar com você, já sou a dupla de Marrye desde a 8ª serie, já tínhamos combinado...
- Não se preocupe Tiffany, acho que preciso mesmo conhecer mais pessoas!
- Nesse caso...
Eu me desliguei das tagarelices de Tiffany, te juro incrível a capacidade que ela tem de falar sem parar! Eu olhei de novo para a mesa de Ryan, ele estava cochichando algo com o irmão mais velho, Bernardo, ele me viu e continuou sorrindo, eu fiquei um pouco desconcertada, fiquei vermelha! Quando o intervalo acabou, eu fui para a minha aula de biologia e me sentei sozinha em uma mesa, quando Ryan entrou na sala ele se sentou na cadeira ao lado da minha, creio até que por falta de muitas opções. Ele me cumprimentou apenas com um sorriso e não falou durante a aula, estava prestando atenção no que o professor falava, eu naturalmente também não me pronunciei. Sentada perto de Ryan eu pude reparar melhor nele, ele tinha os olhos que variavam do marrom mel em torno da pupila para o verde mais claro e brilhante que se pode imaginar, topázio esmeralda fundidos em um olho perfeito um olho redondinho, brilhante e curioso. A pele dele era bastante clara e tinha um rosto delicado com traços finos os braços eram fortes apesar do sweater marrom e o cabelo era repicado e bagunçado. Quando a aula acabou eu fui para a educação física, eu não joguei e nem observei o jogo, estava perdida em pensamentos vagos, mas quando menos esperei Tiffany deu uma manchete errada na bola de vôlei, a bola voou em meu rosto, eu fechei os punhos na frente do rosto, a bola bateu neles e voou na cabeça de Scott, quando a aula acabou ele veio falar comigo.
- Você tem um bom reflexo, novata!
- Acho que sim!
- Qual o seu nome?
- Paula, mas prefiro que me chamem de Polly!
- Ah, prazer Polly, eu sou o Scott!
- É eu sei, Tiffany me falou o nome de toda a turma apesar de eu só ter escutado os três primeiros e o ultimo!
- Normal, ela é... bastante, “comunicativa”!
Eu sorri, ele me acompanhou até o meu carro e depois foi para o dele.
- Até amanhã Polly!
- Até Scott!
Eu fui para casa escutando um CD de rock italiano que ganhei de presente uma vez. Eu almocei quando cheguei a casa e fiquei conversando com Brenda, ela me disse que uma prima minha estaria indo para morar conosco por um tempo (engraçado, não sabia que tinha mais parentes!) e que eu deveria ir buscá-la no aeroporto. No outro dia eu acordei muito cedo, me arrumei lentamente e comi cereal com leite no café, ainda era cedo, então peguei minhas coisas, escovei os dentes e fui dar umas voltas pela cidade, eu estava rodando a 80 km/h, cheguei a sair da cidade e quase entrar em Forest Lake, uma cidade próxima. Eu voltei quando vi que havia ido longe, e estacionei no estacionamento da escola, ainda havia poucos carros. Sentei-me em um banco e comecei a ler Shakespeare, pelo menos até a hora que Scott me chamou.
- Oi Polly, como passou a noite?
- Oi Scott, acho que meu galo cantou mais cedo essa manhã!
Scott tinha os olhos cor de safira e cabelos louro escuro, com um corte V.O. Fazia o tipo “popular”. Scott era bom de papo, falou um pouco sobre musica e esporte enquanto a escola enchia depois que o sinal tocou fomos para a sala de aula. Nossa primeira aula era a de Biologia, Ryan sentou comigo de novo, o professor disse que as duplas seriam permanentes a partir de hoje.
- Oi, você é a Paula Áquila certo?
- Polly, por favor!
- Certo Polly. Eu sou Ryan Walker, mas você pode me chamar só de Ryan, ou de Speed!
Eu sorri.
- Speed?
- É meus irmãos me chamam assim por que eu sou bom em corridas!
O professor anunciou que faríamos uma experiência com substancias químicas. Começamos a fazer misturas para escrever o relatório.
- Pode me passar o amoníaco?(Ryan)
Ao passar o amoníaco para Ryan nossas mãos encostaram sem querer, foi estanho, parecia que eu havia levado um choque de 1000 w, meu coração palpitou e eu me arrepiei, quase derrubei o frasco.
- Polly me dê seu relatório para eu juntar com o meu.(Ryan)
Eu passei a minha folha desorganizada para Ryan ele completou o relatório dele escrevendo rápido as informações que havia no meu, colocou o meu nome também e entregou ao professor que dava voltas pela sala.
- Já terminaram?(o professor cético)
- Sim!
- Espero que você tenha permitido que a senhorita Mayer participe da atividade senhor Walker.
- Relatórios mesclados... (Ryan)
O professor recolheu o relatório e sentou-se, era bonita a voz de Ryan, ele tinha uma voz um pouco infantil apesar de masculina e meio rouca. Ele virou a cadeira de frente para a minha.
- Ouvi dizer que morava no Brasil, por que veio para cá, ainda por cima para morar com o pai e a madrasta?
- É complexo, precisei vim resolver algumas coisas para minha mãe, coisas sobre meu falecido padrasto e então aproveitei para passar um tempo com meu pai e minha madrasta que por sinal é bem legal!
Era chato ter que omitir.
- Interessante! Há quanto tempo está aqui?
- 5 Dias!
- Sério! E já anda sozinha pela cidade?
- Eu já vinha aqui antes! Mas e você, há quanto tempo está aqui não me lembro de você!
- Uma eternidade, cinco ou seis anos!
Eu sorri.
Quando a aula acabou eu fui para a E.F. a aula de hoje era vôlei, no meu time estávamos Scott, eu e mais quatro que ainda não conhecia o professor não prestou muita atenção no jogo. Depois da aula Scott me esperou na porta do vestiário.
- Jogou bem hoje!(Scott)
- Obrigada Scott, você também é bom com vôlei!
- Valeu!
Scott caminhou comigo até a entrada do estacionamento, como o Doblô dele estava do lado contrario eu fui sozinha até o meu Porsche. Quando cheguei ao meu carro, Ryan estava de braços cruzados rodando a chave no dedos tranquilamente encostado no Cupê. Eu entrei no meu carro, logo chegaram Bernardine, Caronte e Celino, eles entraram no carro de Ryan, eu coloquei um cd de "Muse" e sai de ré do estacionamento, a pista estava vazia, eu pisei no acelerador deixando Ryan, sua família e a escola para traz. Quando cheguei a casa, almocei, lavei a louça e fiz minha tarefa (eu sempre ficava sozinha á tarde, Brenda e Ferdinando trabalhavam o dia todo). Quando terminei ainda era muito cedo então peguei meu carro e fui dar uma volta pela cidade. Fiquei dirigindo sem rumo e quando voltei finalmente à realidade, já estava escurecendo, estava na hora de ir para o aeroporto buscar a tal prima. Quando cheguei ao aeroporto vi uma garota ruiva de olhos azuis acenando energicamente para mim, eu fui até ela, ela se agarrou a meu pescoço.
- Prima! Quanto tempo! Senti sua falta!
- É, eu também!(eu tentando ser agradável!)
Nós fomos para o carro e ela perguntou no caminho.
- Prima, e a sua magia, já aprendeu a controlar?
Como ela sabia do meu Don? E como eu não sabia que ela sabia?
- Ela anda meio "fora de área"!
Ela deu risada da minha piada forçada.
- Eu já aprendi a controlar o meu poder de dominar a natureza!
- Que bom para você.
Fomos dormir cedo, ela iria ficar no meu quarto enquanto o dela ficava pronto. No outro dia fomos juntas para a escola, titio já havia cuidado da matricula de Silvie. Silvie era interessante, cabelos de fogo, olhos azuis e límpidos como a água, corpo quente e macio como a terra e uma vozinha fina e refrescante que sopra como vento! Os quatro elementos em uma só garota! Realmente fascinante, seus olhos de safira líquidos, ainda mais claros que os de Scott estavam sempre alegres e curiosos! Não sei como ela não chamou mais atenção que eu em seu 1º dia. Tinha as feições e jeito doce e inocente. Uma amiga perfeita! No intervalo eu a apresentei-a para Tiffany, Lyra, Marrye, Marcus, Jason e Scott que agora sentava conosco. Ela foi bem aceita, seu esperava que ela me ofuscasse um pouco, mas de nada adiantou! Ela era do 2º ano assim como Lyra. Tanto Ryan quanto eu preferimos prestar atenção na aula hoje! Quando a aula acabou, Silvie e eu fomos para o Porsche e fomos para casa ouvindo “Lifehouse”. Assim que chegamos a casa fomos direto para o meu quarto e acenamos para os meus tios no caminho. Brenda sempre tão frágil e baixinha em seus longos vestidos, sua pele morena e seus cabelos lisos e negros na altura dos ombros e mesmo com quase 50 anos, ela ainda me parecia jovem e Ferdinando alto e claro com seus cabelos castanhos já um tanto quanto grisalhos e de peito largo, rugas de preocupação sempre fixas em sua testa e embaixo de seus olhos olheiras profundas e quase tão escuras quanto seu sweater azul marinho (o seu trabalho lhe consumia o sono e quase sempre estava preocupado!). Eu entrei no quarto com Silvie.
Silvie e eu fizemos nossas obrigações e fomos dormir cedo, 6 horas mais ou menos. No outro dia, nós acordamos, estava nevando, Silvie e eu nos arrumamos e fomos para a escola, eu tinha estacionado em baixo de uma arvore.
- Sil, pode descer, vou estacionar em outro lugar para essa arvore não despejar toda essa neve em cima do meu carro!
- Certo!
Silvie saio com “um pulo” do carro e disparou brincalhona para dentro da escola, eu tirei o carro do lugar e estacionei em outro, o dia passou rápido, eu tinha aula de espanhol com Ryan também, a professora de espanhol era tipo de pessoa que todo mundo odeia uma velha rabugenta! Eu vi Ryan levantar e colocar um tipo papel na mala da professora, tudo tão rápido, que seria impossível a olhos humanos verem e até mesmo câmeras gravarem, mas eu vi, pois meus olhos são diferentes. No final da aula eu falei com ele discretamente.
- Ryan, me desculpe perguntar, mas, o que era aquele papel que você colocou na mala da professora?
Ele arregalou os olhos e estava perplexo.
-Como é que é?
- Eu vi Ryan, que papel era aquele?
- O que exatamente você acha que viu?
- Eu não acho nada! Eu simplesmente vi você colocar um papel na mala da professora, só queria saber se é o tipo de papel que eu penso ter sido!
- Mas que tipo de garota é você?
- Do tipo que gosta de saber a verdade... Anda, fala!
- Estou meio atrasado e você também, posso te explicar depois?
- Tudo bem então, mas não vou deixar passar e nem esquecer se é essa a sua intenção!
Eu fui para casa depois da ultima aula com Silvie.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Epílogo

Polly Aquila:
Ver aquele miserável de novo despertou meus piores instintos e de uma certa forma fez meus olhos abrirem de forma inesperada. Eu estava mortalmente enraivecida e em um leve choque mental! Eu estava muito além da fúria, pois ver aquele assassino me consumia a natureza, tudo o que eu queria era matá-lo queria minha vingança e queria tanto que parecia que em minhas veias corria apenas fúria ao invés de sangue. Mas por causa dele meus olhos também haviam sido abertos novamente para a minha vida, a minha realidade... Descobri que tinha um pai, quando pensei que o meu estava morto. Descobri o que era o amor verdadeiro. Descobri quem eu era de verdade... Mas agora era a minha hora, era a hora de lutar novamente (era uma pena que dessa vez não poderia empunhar uma espada.)...

Ryan Walker:
Não fazia nem idéia de como a vida poderia ser boa! Em um minuto eu nunca havia prestado muita atenção na maioria das garotas da escola (apenas em 2 ou 3 sortudas que eu namorei por pouco tempo) e no outro eu estava ficando perdidamente apaixonado pela novata sem nem ter idéia do por que ela me parecia tão diferente e especial! Mas agora, depois de finalmente descobrir o que era amor de verdade eu sentia que ela realmente precisava de minha ajuda pela primeira vez e pela primeira vez também eu me sentia completamente inútil, pois eu não podia fazer exatamente nada! Ela tinha que resolver isso sozinha (por que diabos eu não podia ajudar e por que ela tinha de ser tão teimosa para ordenar desse jeito que eu me mantivesse longe?)!

Prefácio

De repente eu me dei conta que sem querer eu imprimi alguns amigos próprios é meus personagens! Na primeira versão da história, a minha intenção era realmente essa, transformar a mim e alguns de meus amigos em heróis, mas em heróis diferentes dos que estamos acostumados, diferentes dos heróis tradicionais como Super-Homem , Flash e Mulher Maravilha. Mas depois de pensar um pouco mais, mudei de idéia, resolvi deixar isso de lado e refletir apenas a mim mesma na personagem principal, pensei em criar nela um reflexo do que sou de verdade misturado com o que eu gostaria de ser. Mas um tempo depois da nova versão completamente diferente da anterior (sem amigos reais dessa vez), eu resolvi reler pela milésima vez os capítulos que já havia digitado, então me espantei de repente vi em alguns personagens alguns dos meus melhores amigos, sem perceber no meu livro estavam Leonardo, Agnes, Grazielle, Elizabete, Matheus... Nesse caso, de volta ao antigo plano!

Uma introdução

Bem, a história de Polly (Paula) Aquila e Ryan B. Walker começou como um passatempo, mas a galera que viu gostou, então... vamos ver no que vai dar!
Espero que vocês realmente gostem e comentem.